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O
Dízimo na Igreja Metodista
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Coríntios 9:7
"Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria." (Bíblia Sagrada - Revista e Atualizada) "Cada um deve resolver por si mesmo quanto vai dar. Não forcem ninguém a dar mais do que realmente deseja, pois Deus aprecia os que dão alegremente." (A Bíblia Viva) |
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A
fonte de recursos financeiros da lgreja é a contribuição voluntária
e espontânea de seus membros.
O destino que a Igreja Metodista dá às contribuições materiais de seus membros é dos mais recomendáveis. Nenhum crente deve temer que a sua contribuição seja mal empregada. O sistema metodista funciona da seguinte maneira: Uma parte destina-se ao trabalho da Igreja Local aquisição de propriedades e de mobiliário, sustento dos ministérios, beneficência local, aquisição de literatura cristã, despesas como água, luz, telefone, funcionários. Outra parte endereça-se aos trabalhos gerais da Igreja abertura de novos campos missionários, sustento de obreiros nestes campos, manutenção das instituições gerais de educação, assistência social e humanitária. As entradas como as saídas de todos os recursos, provenientes de qualquer fonte, só são efetuadas de acordo com as decisões das assembléias e concílios, nos quais tomam parte não só os pastores mas também os leigos. E mais ainda, todas as transações financeiras efetuadas com o dinheiro da Igreja, acham-se registradas em livros que podem ser examinados em qualquer tempo pelos interessados. A Igreja tem procurado viver financeiramente, como em tudo mais, às claras. A contribuição financeira dos crentes para a Igreja e para a Causa de Deus em geral é assunto de grande importância, pois dela depende, em grande parte, o êxito ou o fracasso da mesma. A contribuição financeira não é apenas um dever. Além de ser um dever é um glorioso privilégio. Assim o entendia o apóstolo Paulo (2 Coríntios 8). Entretanto para que a contribuição seja realmente uma graça na vida do contribuinte e uma benção para a Igreja, é necessário que preencha algumas condições: a) Deve ser feita com alegria: A primeira coisa que se espera na ação de dar é um coração alegre. Deus ama ao que dá alegremente, porque tal doador é que se assemelha a Ele. E é esta a razão porque devemos praticar a graça de dar com alegria. b) Deve ser voluntária. Não como "por necessidade": Os atos humanos, quando praticados obrigatoriamente, perdem o seu valor e significado. O Deus que nos criou livres, espera que nós o sirvamos livremente. c) Com quanto deve o crente contribuir? Eis aqui um problema que muitos ainda não conseguiram resolver satisfatoriamente para descanso de suas consciências e para o bem da causa de Deus em geral. Muitos crentes ainda se julgam sob a obrigação legal de pagar o dízimo, e os que assim entendem devem fazê-lo segundo a sua consciência. Outros que se julgam livres da lei, dão todavia o dízimo como um método de contribuir que atende bem as necessidades da Igreja e a proporção de sua prosperidade. É esta uma orientação muito recomendável, porque observa a lei antiga com espírito cristão, aceitando livremente à proporção que era imposta aos judeus. Outros ainda acham que devem guardar a sua liberdade quanto à quantia que devem contribuir, podendo coincidir com o dízimo, ir acima ou ficar abaixo dele, conforme as bênçãos recebidas e a gratidão ocasional do seu coração, para não suceder que, para atender a um plano prévio, dêem sem alegria, o que fará a oferta inaceitável a Deus. Em qualquer caso, porém, cumpre não esquecer a exortação do apóstolo Paulo: "faça cada um conforme resolveu em seu coração". De nossa parte, achamos mesmo não ser conveniente a insistência demasiada sobre o “preceito“ legal do dízimo, além de outras razões, porque seria isto estabelecer um limite ao privilégio do cristão, a que não nos devemos sujeitar de forma alguma. É nosso privilégio inalienável subscrever, sem reservas, a Lei do Amor, pois só o amor cumpre realmente a lei. Constrangido pelo amor de Cristo, que se deu a si mesmo por nós, e reconhecendo o alcance de sua contribuição financeira para o bem da Causa de Deus na terra, abrirá o cristão liberalmente a sua carteira, com o coração agradecido, para honrar ao Senhor também com o seu dinheiro. |
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Fonte:
Carta Pastoral do Colégio Episcopal da Igreja Metodista sobre o Dízimo.
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CÂNONES
DA IGREJA METODISTA 2007-2011
SEÇÃO II DOS DEVERES E DIREITOS DOS MEMBROS LEIGOS SUBSEÇÃO I DOS DEVERES DO MEMBRO LEIGO Art. 10. Dos deveres de membro leigo da Igreja Metodista: III - contribuir regularmente com dízimos e ofertas para a manutenção da missão de Deus por meio dos ministérios da Igreja Metodista nos termos da Carta Pastoral sobre o Dízimo. |
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CONTRIBUIR
POR OBRIGAÇÃO OU POR AMOR?
Michaelis - Moderno Dicionário da Língua Portuguesa Obrigação: Ato de obrigar. Forçar, constranger-se. Imposição ou vínculo legítimo que sujeita a vontade, exigindo dela que faça ou deixe de fazer alguma coisa. Amor: Afeição, grande amizade, ligação espiritual, benevolência, carinho, simpatia, ternura, querer bem, apreciar muito, estimar, gostar. |
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